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O mundo globalizado e as epidemias

Passageira chega a um aeroporto na Nigéria e é escoltada pelo Dr. Marty Aileen da OMS para a área de quarentena para receber cuidados médicos (Foto: S. Bolton/WHO)
O uso do termo globalização se tornou frequente a partir de meados da década de 1980. Designa um fenômeno de cunho capitalista que consiste em um aprofundamento das relações e integração do espaço geográfico mundial, nos âmbitos político, econômico, social e cultural.
O processo de globalização permitiu que diferentes países interagissem entre eles, rompendo de certa forma as fronteiras nacionais e promovendo, desse modo, a expansão financeira e cultural que até então se encontrava restrita ao campo interno de cada país.
Ao mesmo tempo em que a globalização é vantajosa – a exemplo do progresso do desenvolvimento tecnológico, do aumento das trocas comerciais internacionais e da facilidade de comunicação e transporte entre diferentes países –, ela também trouxe consigo algumas implicações negativas.
À medida que se aumentou a velocidade do meio dos transportes, diminuíram-se as distâncias; e isso propiciou a difusão mais rápida de doenças (Imagem:Condição Pós-Moderna, de David Harvey, 1989)
O intenso fluxo de um número cada vez maior de pessoas transitando por diversas nações do mundo em períodos cada vez mais rápidos, permitido pelo aumento dos fluxos aéreos, fez com que a disseminação de um patógeno pudesse se tornar mais rápida e fácil. Esse processo pode culminar em um surto epidêmico, ou seja, quando uma doença infecciosa e transmissível ocorre em uma região e se espalha rapidamente entre pessoas de outras regiões. Caso a doença se espalhe por uma área geograficamente extensa, passa a ser considerada uma pandemia.
Atualmente, a África Ocidental encontra-se mergulhada na maior epidemia de ebola desde que a doença foi descoberta, em 1976. O surto teve início na República de Guiné em março deste ano e se espalhou para os países vizinhos Serra Leoa, Nigéria e Libéria. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença já dizimou 3.865 pessoas até o momento. Porém, a OMS também alega que os dados são sub-relatados e que o número real de mortos é muito superior.

O ebola é uma doença com alta taxa de mortalidade, provocada por cinco espécies de vírus e transmitida por meio do contato com sangue, secreções e fluidos corporais de uma pessoa ou animal contaminado. Ainda não há uma vacina específica para o ebola, e o tratamento padrão limita-se à terapia de apoio.
Fonte: http://www.clickideia.com.br/
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