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RECADO DAS URNAS – MUDANÇA JÁ

O resultado das urnas nas eleições deste ano, tanto na esfera estadual como na federal, nos revela o surgimento de fenômeno extraordinário no que tange ao comportamento do eleitor, que resume em três fatores, desejo de mudanças, desprendimento, e desapego a lideranças políticas tradicionais. 
Os dois casos que considero emblemáticos, foi o de Pernambuco e Minas Geris, no Pernambuco onde o candidato ao governo estadual do PSB, venceu no primeiro turno com mais de 60% dos votos, estado governado por Eduardo Campos o que teve aprovação superior a 90%, onde Marina teve extraordinária vantagem em relação a Dilma. No entanto Aécio recebendo apoio total de todas estas forças políticas foi derrotado neste estado, assim como em Minas, seu estado natal onde foi governador com aprovação equivalente à de Eduardo Campos. No que se referem ao desejo e mudança na esfera federal as mudanças não concretizou, não por falta de nomes confiáveis e propostas consistentes, mas por composições inadequadas e insuficiente, somado se a erros na estratégias de campanha.
Este fenômeno, o qual considero o mais consistente e promissor na transformação do contexto político brasileiro, é fruto do processo de distribuição de renda implementado no Brasil nos últimos anos, que veio suprir as necessidades mais elementares das camadas mais pobres, tais como: alimentação, medicamento, saúde, (mesmo que privada), moradia, eletrodomésticos, veículos, um pouco de lazer, uma cervejinha, um churrasquinho. Esta é a logica, para que um povo conquiste a liberdade é necessário suprir as necessidades. Entendo que o ganho mais significativo disto tudo após o fim da fome, é esta possibilidade eminente da transformação do contexto político brasileiro.
O Brasil não pode desperdiçar este momento oportuno para avançar nas transformações, mas para isto é necessário que as forças políticas progressistas de esquerda se articulem no sentido de que nas próximas eleições possa se formar composições exclusivas, onde as coligações sejam compostas exclusivamente com partidos e sociedade civil do campo político de esquerda e progressistas.
As composições políticas constituída nas últimas eleições impossibilita a formação de consenso, mesmo em questões de interesse nacional, principalmente naquelas voltadas para o interesse dos menos favorecidos, como  vem ocorrendo atualmente no Governo Dilma com a proposta de  criação dos conselhos populares e a reforma política, além de impedir ao eleitor discernir, identificar aqueles que  comungam com o a sua concepção política, isto está levando o eleitor a colocar todos no mesmo mar de lama. O que não deixa de ser um retrocesso, e no contexto atual dificilmente avançamos além do patamar a que estamos.

Ass:  Caixão – 30/10/2014.

Ass:  Caxião – 30/10/2014
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