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Sucessão na Câmara de Salvador passa por disputa nos bastidores entre ACM Neto e Rui Costa

Foto: Manu Dias/GOVBA e Max Haack/ Ag. Haack
Com vistas em 2018, o primeiro embate entre o governador da Bahia Rui Costa (PT) e o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), deve acontecer na Câmara de Salvador. Essa é a perspectiva de vereadores da base aliada do prefeito e também do governador, que falam, em reservado, sobre a disputa de poderes entre prováveis adversários numa disputa pelo Palácio de Ondina – Rui como candidato à reeleição e ACM Neto numa tentativa de ascensão ao Executivo estadual.
Mesmo que não haja sinais de cizânia entre os chefes do Executivo sobre o assunto, já que ambos sequer manifestaram opiniões, a candidatura à reeleição de Paulo Câmara (PSDB) pode sofrer as consequências do esforço do PT em aglutinar a bancada no legislativo soteropolitano. Segundo um petista consultado, ainda não é possível garantir uma adesão dos vereadores ao projeto de permanência de Câmara. O PT, apesar de não possuir capacidade de aglutinar apoios em torno de uma candidatura própria, entretanto, poderia colocar empecilhos para Câmara, apenas para mandar um recado para ACM Neto, conforme sugerido por um dos vereadores consultados - hipótese considerada improvável por envolvidos no processo. Os petistas também não visualizam com bons olhos a eventual aproximação entre o PT e o PTN, citada pela coluna Tempo Presente, do jornal A Tarde. Essa articulação, de acordo com vereadores do PTN e do PT, seria resultado da proximidade entre os vereadores Henrique Carballal (PT) e Carlos Muniz (PTN), que buscaram viabilizar suas candidaturas contra o tucano no final de 2012 e recuaram.

Muniz estaria se ancorando em um possível acordo entre ele e Câmara, quando à época da eleição da atual composição da mesa, para pleitear o posto agora. Fontes garantem que o entendimento aconteceu sob a égide do prefeito ACM Neto, que teria dado aval para a substituição de Câmara pelo representante do PTN a partir de janeiro de 2015. Já Câmara argumenta que, conforme apontam vereadores, Muniz quebrou o acordo, o refez, o quebrou mais uma vez e firmou o entendimento para ser vice-presidente do tucano. Por enquanto, nos bastidores, a candidatura do atual presidente é dada com maior musculatura para o pleito, previsto regimentalmente para 1º de janeiro. Com direito a voto dos eleitos para a Assembleia, Marcell Morais (PV), Fabíola Mansur (PSB), David Rios (Pros), Alan Castro (PTN) e Soldado Prisco (PSDB), e para a Câmara Federal, Tia Eron (PRB). Procurados, Carlos Muniz (PTN), Henrique Carballal (PT) e Paulo Câmara (PSDB) não foram localizados para comentar as articulações.

Fonte: Bahia Notícias.

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